Nós do coletivo Marti vive! - Respeita as mina, decidimos apoiar a luta do Movimento Estudantil a favor da paridade, porque entendemos que esse é o pilar fundamental na construção de uma universidade democrática e diversa entre as diferentes categorias que formam a comunidade universitária. Além disso, é um direito que assegura a representatividade proporcional, em que tod@s nos encontramos no mesmo nível de discussão e participação política. Pensamos também que a cooperação do corpo discente e técnico enriquece as deliberações e cumpre com um rol importante na definição do rumo da universidade.
Como coletivo feminista repudiamos qualquer prática que discrimina, exclui e tenta invisibilizar os sujeitos políticos nos respectivos processos históricos. Nos posicionamos contra quem tenta minimizar os setores que não são minoritários, como as mulheres na sociedade, e @s estudantes na universidade.
Para construir uma universidade latinoamericana não é preciso apenas professores, mas tod@s que tenham a real convicção e compromisso de fazer uma universidade crítica e transformadora. Comecemos por transformar as velhas estruturas, que os conservadores querem manter fazendo uso de instrumentos legais e argumentos elitistas.
Apoiamos a luta e resistência pela paridade, assim como nós feministas viemos lutando e resistindo por séculos, de distintos lugares, pelos direitos e espaços políticos que nos correspondem. Não vamos ficar nem em casa, nem na sala de aula. Vamos para a rua, porque o que é pessoal também é político!
COLECTIVO MARTI VIVE! - RESPEITA AS MINA
COMUNICADO DE APOYO A FAVOR DE LA PARIDAD
Como colectivo feminista
repudiamos toda práctica que discrimina, excluye e intenta invisibilizar a l@s
sujet@s polític@s en los respectivos procesos históricos. Nos posicionamos en
contra de quienes intentan minimizar a sectores que no somos minoritarios, como
las mujeres en la sociedad, y l@s estudiantes en la universidad.
Para construir una universidad
latinoamericana, no sólo se precisa de profesores, sino de quienes tenemos la
real convicción y compromiso de pensar y hacer una universidad crítica y
transformadora. Comencemos por transformar las viejas estructuras que los
conservadores quieren mantener, haciendo uso de instrumentos legales y
argumentos elitistas.
Apoyamos la lucha y resistencia por
la paridad, así como feministas venimos luchando y resistiendo hace siglos,
desde distintas latitudes, por los derechos y espacios políticos que nos
corresponden. No vamos a quedarnos ni en nuestras casas, ni en las salas de
aula. Vamos a salir a la calle, porque lo personal es político!


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